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No âmbito do acompanhamento da requalificação de infra-estruturas da EPAL na Avenida Ribeira das Naus, em Lisboa, procedeu-se ao levantamento gráfico de um Talha-mar. Pavimento lajeado associado ao Talha-mar. Face ao carácter de emergência da obra, o tempo foi um dos factores mais equacionados para a aplicação de metodologias que resultassem de um modo eficaz e breve, mantendo sempre o teor máximo da qualidade do registo. Antes de se avançar com uma metodologia de trabalho, houve necessidade de proceder em primeiro lugar a uma avaliação de toda a envolvente da obra, nomeadamente as condições de segurança (águas pluviais, níveis da marés, dimensões e profundidade das valas e presença de diversas infraestruturas) e a exiguidade do espaço entre a vala e o talha-mar. Vista do Talha-mar no interior da vala Tratando-se de uma obra de grande amplitude e de fulcral importância para a requalificação dos serviços dos munícipes, gera uma consciência e responsabilidade acrescida, pela gestão dos meios utilizados. Finda a avaliação de todas as condicionantes, passámos para a segunda fase do trabalho, onde se procedeu à adaptação das metodologias (levantamento fotográfico para a elaboração de ortofotos com o apoio de estação total), ao terreno, como forma de superar as dificuldades aqui registadas. Uma das resoluções principais passou por bombear as águas, e tentar secar a área o mais possível, a outra implicou um aumento do registo fotográfico e do número de pontos georreferenciados, necessários para a obtenção do registo gráfico vectorial do talha-mar. Apoio de estação total, para a criação espacial do objecto José Pedro Machado
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